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Cronos 2022 com destaque para a série S-Design reestilizada

Série especial é uma das mais desejadas pelo consumidor e recebeu novos elementos em bronze que conferem maior sofisticação
A linha 2022 do Fiat Cronos evoluiu e chega às concessionárias da marca com uma importante novidade: a série especial S-Design, a mais buscada e desejada pelo consumidor do sedã da marca, passou por uma reestilização visual completa e ficou ainda exclusiva e esportiva.

Conhecida pelo visual com itens de estilo escurecidos, agora o Cronos S-Design privilegiou a sofisticação com a inclusão do bronze aos elementos.

A mudança começa pelo exterior, que na dianteira recebeu detalhe em bronze no logo Fiat e na grade inferior; na traseira, além do logotipo na tampa do porta-malas, o nome do modelo e o badge S-Design têm as peças também escurecidas e em bronze.

Internamente, a versão apresenta volante em couro com costura em bronze, painel e console central com detalhes em bronze, e bancos com padronagem diferenciada em relevo e costura em bronze, aqui também na coifa do câmbio.

 

A série S-Design oferece ainda mais exclusividade, requinte e personalidade com as rodas de liga leve de 15 polegadas e friso lateral, faróis de neblina, retrovisores elétricos e spoiller traseiro.

No interior, o alto padrão de qualidade da cabine combina o ambiente sofisticado com itens de conforto, a exemplo do ar-condicionado automático digital e do sistema Keyless Entry n’Go (conveniência e comodidade extras ao liberar o uso do telecomando para destravar as portas e ligar a ignição; sensores de presença instalados nas maçanetas dianteiras externas e na tampa do porta malas, somados ao botão de ignição instalado no interior da cabine, fazem todo o trabalho ao simples toque dos dedos).

O Cronos S-Design também dispõe de importantes equipamentos, como câmera de ré, retrovisores elétricos, Hill Holder e controles eletrônicos de tração e estabilidade. A série especial pode ser adotada na configuração Drive 1.3 e sai por R$ 4.500,00.

O Fiat Cronos recebe os consumidores também com espaço de sobra, principalmente no porta-malas de 525 litros, o maior da categoria.

Confira os principais itens de série das versões equipadas com motor 1.3 (que produz até e seus respectivos preços:

Cronos 1.3 MT – R$ 72.990

A versão de entrada do sedã tem como novidade o Fiat Script jateado no espelho retrovisor externo, que agora dispõe de indicador de seta, e com a etiqueta Fiat Flag nas laterais dos bancos dianteiros. O modelo reúne economia com o motor Firefly 1.3 de quatro cilindros e câmbio manual e vem completo de série. Traz itens como ar-condicionado, direção elétrica, chave com telecomando, rádio com conexão Bluetooth e USB dianteiro. Além disso, tem monitoramento de pressão dos pneus, vidro dianteiro e travas elétricas, alarme perimétrico, comandos de som no volante e lanternas em LED, entre outros.

Cronos Drive 1.3 MT – R$ 78.590

A versão Drive 1.3 incorpora a extensa lista de itens da configuração de entrada e soma a moderna central multimídia Uconnect™ de 7 polegadas (compatível com os sistemas Apple Carplay e Android Auto, com áudio streaming, entradas USB e auxiliar e conexão Bluetooth), comandos de áudio no volante, entradas USB dianteira e traseira, vidros elétricos traseiros, sensor de estacionamento traseiro e assinatura em LED nos faróis.

Responsabilidade dos profissionais do mercado financeiro

* Luiz Fernando Schvartzman

Se o problema fosse “apenas” encontrar investimentos que superem o IBOV, ou superar os 100% da taxa SELIC, seria fácil e o problema financeiro do brasileiro estaria resolvido. Muitos profissionais, fundos de investimento e robôs conseguem, constantemente, superar estes resultados de investimentos, mas estão longe de resolver o problema. Por outro lado, não basta dizer o óbvio que todos já sabem:

“Guarde X% do seu salário para investir”, “Nunca gaste mais do que ganha”, ou “Invista em ações, fundos imobiliários e outros”, além de “Evite financiamentos e cheque especial”.

A simplicidade na forma de trabalhar com finanças pessoais é um caminho para prejuízos, ainda mais se tratada de forma ingênua e rasa, dizendo o senso comum. Segundo a ANBIMA, apenas 8% da população brasileira investiu em 2020. Notadamente o problema não é encontrar bons investimentos, mas, conseguir investir. Certamente, os demais 92% da população não deixaram de investir devido ao custo de corretagem, ou não encontraram boas opções de investimentos. Assim como, grande parte da população que está endividada, não avaliaram profundamente diversas opções e preferiram contrair um empréstimo por uma estratégia de fluxo de caixa.

O problema da gestão financeira está enraizado em nossa cultura, e não é uma mazela que atinge apenas aos mais pobres, embora estes sejam os mais prejudicados. Não depositamos a devida atenção em ter uma reserva de emergência, conhecer bem os gastos, poupar dinheiro para o futuro ou até mesmo se informar sobre taxas de juros e financiamentos. E tudo isso gera um prejuízo enorme a qualidade de vida dos brasileiros.

Mas qual a nossa responsabilidade, profissionais do mercado financeiro, sobre este problema?

Durante muito tempo a única preocupação das empresas foi gerar bons resultados e lucros para seus acionistas. Empresas causaram enormes impactos sociais, ambientais e econômicos, sem medir e compreender a imputabilidade de tudo isso. No entanto, governos e sociedade se posicionaram contra, exigindo negócios mais conscientes e responsáveis. Novas leis e acordos foram criados para preservar o meio ambiente e o bem-estar social, no entanto, o mercado financeiro ainda foi pouco se mobilizou sobre o seu real impacto que causam.

Danificar recursos naturais e sociais é tão perverso que oferecer juros abusivos, ou aproveitar da ignorância financeira das pessoas e ofertar produtos sem responsabilidade ao comprador. Não basta dar lucros, deve atender aos anseios e preocupações da sociedade.

Uma pesquisa realizada pela gestora de ativos global BlackRock sobre o sentimento e as atitudes das pessoas em relação aos investimentos mostra que para 56% dos entrevistados o dinheiro é a principal fonte de estresse, superando saúde, família e trabalho.

O trabalho de um profissional do mercado financeiro deve – ou deveria – compreender os anseios da sociedade, criando um trabalho justo, honesto e transformador. Não falta mercado para isso. São milhões de pessoas que precisam de ajuda com suas finanças, seja investindo seu imenso patrimônio, ou reorganizando suas pequenas finanças pessoais, bem como melhorando suas dívidas ou tomando melhores decisões financeiras.

Na vanguarda desta transformação estão os planejadores e educadores financeiros. Estes profissionais, diferentemente de todos os demais do mercado financeiro, são remunerados e trabalham diretamente servindo os interesses do seu cliente e não de bancos, seguradoras e corretoras que pagam comissões para seus profissionais e parceiros venderem o que muitas vezes o cliente não precisa.

O planejador financeiro pessoal vai muito além do dinheiro. É preciso lidar com sentimentos, angústias, expectativas, frustrações, mudanças, adaptações, resiliência e foco. Finanças pessoais retratam a necessidade de uma vida melhor, seja para o endividado ou para o afortunado.

Afinal, todos sofremos com dilemas, agonias e dúvidas que vão muito além dos números e que afetam diretamente nossas escolhas diárias. Isso mostra como as finanças pessoais têm tomado uma importância tão grande, que deixou de ser “apenas” uma área da matemática.

Estamos vivenciando um momento conturbado, com diversas incertezas no ambiente social, econômico, político (e atualmente epidemiológico), gerando dúvidas e inseguranças.

Se por um lado a tecnologia e os avanços na saúde, comunicação e transporte nos trouxeram diversos benefícios de qualidade de vida, por outro lado evidenciaram vários problemas da sociedade. Dentre eles as finanças pessoais.

Uma contradição, pois tais finanças pessoais deveriam ser vistas, justamente, como um elemento básico de desenvolvimento, um instrumento essencial para a aumentar a qualidade de vida das pessoas e contribuir para uma sociedade melhor.

Entretanto, a forma precária como as finanças são tratadas geram o efeito contrário. O dinheiro passa a ser motivo de preocupação e não a solução. Quanto mais controle e organização financeira, maior será a capacidade que as pessoas terão em consumir, inventar, desenvolver, estudar, evoluir e assim, todos crescem juntos.

Precisamos virar este jogo e o mercado financeiro é corresponsável pelo momento que vivemos em relação às finanças pessoais, mas pode ser o grande protagonista de uma mudança consistente para uma vida melhor.

*Luiz Fernando Schvartzman- CEO do Vista Fintech – CFP®️, é administrador de empresas com especialização em Gestão de Negócios pela FDC, MBA em economia brasileira pela USP

Afinal, o que é felicidade corporativa?

Com a pandemia, a área de recursos humanos passou a ter ainda mais foco e preocupação com os colaboradores e o tema acabou se expandindo para toda a liderança. Em 2020, muito se falou sobre programas de bem-estar, saúde mental, employee experience (ou experiência do colaborador – em português), felicidade no trabalho, entre outros fatores. Mas, afinal, o que é a felicidade corporativa?

O tema já é falado e discutido nas empresas europeias há alguns anos, segundo Madalena Carey, fundadora da Happiness Business School, de Portugal, “a felicidade no trabalho é como as pessoas se sentem, é sair da cultura de ‘dar algo’ – para ‘fazer com que os colaboradores sintam algo’, além de deixar que sejam quem são”, explica Carey.

Renata Rivetti – fundadora e diretora da Reconnect | Happiness at Work – empresa brasileira que firmou parceria exclusiva com a Happiness Business School de Portugal no ano passado – “não adianta as empresas acreditarem que farão os funcionários felizes somente com o aumento dos salários, bônus ou benefícios, pois quando eles conquistarem isso, continuarão na busca incessante pelo mito da felicidade de que ‘só somos felizes quando obtemos algo material’”.

Pensando nisso, qual é o papel da liderança e da área de Recursos Humanos na felicidade do time?

Os programas de bem-estar e saúde mental são necessários, assim como também é preciso prestar atenção nas experiências dos colaboradores (employee experience). É possível fazer isso através da equação de três fatores de Jacob Morgan – autor de três best-sellers e co-fundador da Comunidade do Futuro do Trabalho – são eles: cultura, tecnologia e espaço físico.

Porém, quando se fala em felicidade é importante ir um pouco além. Não adianta a jornada do colaborador ser “perfeita” se a pessoa não sentir que pertence ao time ou que é reconhecida. Ou seja, felicidade vem de como nos sentimos e não do que recebemos.

Segundo a consultoria Robert Half, com mais de 23 mil pessoas por todo o mundo, a felicidade está ligada ao sentimento de empoderamento, valorização, trabalho interessante e significativo, senso de igualdade e relações de trabalho positiva.

Rivetti mostra um exemplo simples: “não adianta o novo colaborador receber um ‘super kit’ com brindes/mimos, além de um computador novo e potente para trabalhar em home office, se ninguém recebe essa pessoa como – um mentor – para incluí-la na cultura da empresa”. “Mais do que receber um kit com máscara personalizada, álcool em gel e outros mimos, os novos funcionários precisam e querem sentir-se acolhidos, pertencentes àquele novo ambiente”, explica Rivetti.

Amy Wrzesniewski, professora de Yale, realizou uma pesquisa com faxineiros do hospital da universidade americana e constatou que havia “dois grupos” distintos. Enquanto um grupo enxergava o trabalho exatamente como descreve o job description, o outro tinha um propósito que ia além do que limpar o ambiente.

Este segundo grupo notava quais pacientes não haviam recebido visitas, quais estavam tristes, e com isso, eles passavam nos quartos para fazer a limpeza mais de uma vez por dia – quando interagiam com as pessoas que estavam internadas. Ou seja, esse grupo de faxineiros via o trabalho como missão, não somente um emprego, e sentiam que ajudavam pacientes a se curarem.

Isso, obviamente, não está em seu job description, mas mesmo assim eles fazem e se sentem mais felizes e realizados. O resultado é maior produtividade e engajamento. “Na Reconnect sabemos que não dá para falar de felicidade e fazer as mudanças de um dia para o outro. Precisamos educar as pessoas, principalmente a liderança, mostrando que a felicidade resulta no sucesso”, explica Renata. “Mudar o mindset, quebrar mitos e crenças que todos carregam é um processo que precisa de esforço e dedicação. Mas nós acreditamos que é possível e sempre sugerimos que as empresas comecem com o primeiro passo”, conclui Renata.

Há alguns anos falar de felicidade nas empresas parecia um sonho impossível. Hoje parece muito real e viável.

 

 

Cartórios de Notas de MS registram o maior número de testamentos da história

O impacto das mais de 500 mil mortes causadas pela pandemia da COVID-19 segue alterando os hábitos das famílias brasileiras. Tradicionalmente avesso a pensar sobre a sua própria morte, a pandemia fez o sul-mato-grossense redobrar sua preocupação com o tema, fazendo com que os primeiros cinco meses de 2021 registrassem o maior número de testamentos feitos pelos Cartórios de Notas do Estado na história neste período, atingindo a marca de quase 150 atos praticados.

Números

Em números exatos foram realizados 149 testamentos entre os meses de janeiro a maio deste ano, número 34% maior do que os 111 atos realizados no mesmo período do ano passado, até então o ano com o maior número de testamentos realizados no Mato Grosso do Sul, e 35,4% maior que as 110 lavraturas testamentárias de 2019.

Embrapa Cerrados

Foi realizada nesta quinta-feira (1º) mais uma edição do seminário on-line “Pesquisa e Inovação em Germoplasma e Melhoramento Genético na Embrapa Cerrados”. Esse foi o terceiro módulo de uma série que começou no último dia 17 de junho e que ocorre sempre às quintas-feiras, com transmissão pelo canal da Embrapa no Youtube e Facebook da Embrapa Cerrados. O próximo módulo será no dia 08 de julho com os seguintes temas: mangaba, pseudocereais, macaúba e estévia. Acesse aqui a gravação do evento: https://www.youtube.com/watch?v=jQlGCgvBOiA

Resort

Com inauguração em 12 de agosto de 2021, Enjoy Solar das Águas, empreendimento administrado pela rede Enjoy Hotéis e Resorts, que já administra um resort de grande sucesso na mesma cidade, o Enjoy Olimpia Park Resort (912 quartos), promete movimentar ainda mais a Estância Turística, um dos polos turísticos mais importantes do Estado de São Paulo para as famílias que buscam diversão, parques aquáticos com águas quentinhas e clima de verão, durante o inverno brasileiro.

Querida que só, a médica Luciana de Matos Sobreira comemorando hoje mais um aniversário. Happy birthday!

Pesquisa

Após um ano marcado por prejuízos irreparáveis na maior parte dos setores econômicos do Brasil — e mesmo que ainda vivenciando a pandemia —, o consumo das famílias deve recuperar parte do seu fôlego e movimentar cerca de R$ 5,1 trilhões ao longo deste ano — o que representa um aumento de 3,7% em relação a 2020, a uma taxa também positiva de 3,17% do PIB. A estimativa é do estudo IPC Maps 2021, especializado há quase 30 anos no cálculo de índices de potencial de consumo nacional, com base em dados oficiais.

Base consumidora

Assim como no ano anterior, a classe B2 lidera o cenário de consumo, representando mais de R$ 1,161 trilhão dos gastos. Junto à B1, pertencem a 21,3% dos domicílios, assumindo 39,6% (R$ 1,866 trilhão) de tudo que será desembolsado pelas famílias brasileiras. Presentes em quase metade das residências (47,9%), C1 e C2 totalizam R$ 1,752 trilhão (37,2% ante 35,6% em 2020) dos recursos gastos. Já o grupo D/E, que ocupa 28,6% das moradias, consome cerca de R$ 505,8 bilhões (10,7%). Mais enxuta, caracterizando apenas 2,2% das famílias, a classe A tem seus gastos em R$ 587,5 bilhões (12,5% em 2021 contra 12,8% do ano passado).

Área rural

Já na área rural, o montante de potencial de consumo esperado é 14,6% superior (em termos nominais) em relação a 2020, totalizando R$ 364,8 bilhões neste ano.

A conceituada médica dermatologista Thaís Sakuma festejando hoje mais um aniversário. Happy birthday!

Cenário Regional

Como já mencionado, o realce vai para a Região Sul que, ao ampliar sua fatia de consumo para 18,2%, volta a ocupar o segundo lugar no ranking das regiões — posição que vinha sendo ocupada desde 2008 pelo Nordeste, cuja participação agora cai para 17,5%. Ainda na lista das regiões com crescimento entre 2020 e 2021, aparecem a Sudeste — que amplia em 1,9% sua representatividade, respondendo por 49,4% dos gastos nacionais —, e a Centro-Oeste, que passa de 8,9% para 9% no consumo em 2021.

Em último lugar, está a Região Norte, reduzindo ainda mais (de 6,2% para 6,1%) sua atuação no cenário consumidor atual.

Mercados potenciais

O desempenho dos 50 maiores municípios brasileiros equivale a R$ 2,011 trilhão, ou 39,6% de tudo o que é consumido no território nacional. No ranking dos municípios, os principais mercados permanecem sendo, em ordem decrescente, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. Em 5º lugar, aparece Salvador, deixando Curitiba logo atrás. Na sequência, vem Fortaleza, Porto Alegre e Goiânia em 9º, ultrapassando Manaus, que cai para a 10ª posição. Da mesma forma, cidades metropolitanas ou interioranas como, Campinas (11º), Guarulhos (13º), Ribeirão Preto (17º), São Bernardo do Campo (18º) e São José dos Campos (20º), no Estado paulista; São Gonçalo (15º) e Duque de Caxias (27º), no Rio de Janeiro; bem como as capitais Belém (14º), Campo Grande (16º) e São Luís (19º) também se sobressaem nessa seleção.

Ana Paula Gonçalves aniversariando hoje. Happy birthday!

Perfil empresarial

A expectativa da retomada da economia reflete no incremento em 9,4% de empresas instaladas no Brasil, totalizando 22.327.228 unidades. Deste montante, quase a metade (12,1 milhões) tem atividades relacionadas a Serviços; seguida pelos setores Comércio, com 5,9 milhões; Indústrias, 3,6 milhões e, por fim, Agribusiness, com 720 mil estabelecimentos.

Geografia da Economia

Em relação à distribuição de empresas nacionais, a Região Sudeste segue despontando, concentrando 51,7% das unidades; seguida pelo Sul, com 18%; Nordeste com 17,2% dos estabelecimentos; Centro-Oeste com 8,2%; e o Norte com apenas 4,9% das unidades existentes no País.

Análise quantitativa

Partindo para a análise quantitativa das empresas para cada mil habitantes, a pesquisa IPC Maps aponta novamente para uma retenção geral. As Regiões Sul e Sudeste seguem liderando com folga, respectivamente, 132,31 e 128,76 empresas por mil habitantes; o Centro-Oeste aparece com 109,55 e, ainda muito aquém da média, estão as regiões Nordeste, com 66,52, e Norte, que tem apenas 58,06 empresas/mil habitantes.

Hábitos de consumo 

O levantamento detalha, ainda, as preferências dos consumidores na hora de gastar sua renda. Dessa forma, os itens básicos aparecem como prioridade, com grande vantagem sobre os demais, conforme a seguir: 25,76% dos desembolsos destinam-se à habitação (incluindo aluguéis, impostos, luz, água e gás); 17,96% outras despesas (serviços em geral, reformas, seguros etc.); 14,11% vão para alimentação (no domicílio e fora); 13,06% a transportes e veículo próprio; 6,66% são medicamentos e saúde; 3,71% materiais de construção; 3,46% educação; 3,43% vestuário e calçados; 3,29% recreação, cultura e viagens; 3,29% em higiene pessoal; 1,52% móveis e artigos do lar; 1,49% eletroeletrônicos; 1,1% bebidas; 0,53% para artigos de limpeza; 0,45% fumo; e finalmente, 0,17% referem-se a joias, bijuterias e armarinhos.

Faixas etárias 

A população de idosos continua crescendo, chegando a cerca de 31,2 milhões em 2021. Na faixa etária economicamente ativa, de 18 a 59 anos, esse índice passa de 128,7 milhões, o que representa 60,3% do total de brasileiros, sendo mulheres em sua maioria. Já, os jovens e adolescentes, entre 10 e 17 anos, vêm perdendo presença e somam 24 milhões, sendo superados por crianças de até 9 anos, que seguem na média de 29,5 milhões.

… Bom dia! “Quando a gente não sabe se colocar no lugar do outro, a vida coloca a gente lá pra aprender na prática”.

Abraço aos aniversariantes de hoje:  Zoroastro Coutinho,Thais Sakuma, Flávia Schaedler, Ely Oliveira Semmelroth, Luciana Matos Sobreira, Georges Dimitrius Papadellis, Mauro Anjos Mota e Ana Paula Gonçalves. Happy birthday!

O casal Zoroastro Coutinho e Carol Rezende. Ele aniversaria hoje. Happy birthday!

… A Calzedonia, marca italiana especialista na categoria de legwear, traz ao Brasil sua linha de meias-calças próprias para as temperaturas mais baixas, a Cashmere Tights. Uma seleção especial para a chegada do inverno, feitas a partir de um dos fios naturais mais nobres, e que aqui brilha na apresentadora Sabrina Sato.

Sabrina Sato para Calzedonia,  Foto:  Lufre

 

Onçafari recebe dois Defender ao projeto

O Onçafari foi criado para promover a conservação do meio ambiente e contribuir com o desenvolvimento socioeconômico das regiões em que atua, através do ecoturismo e pesquisas científicas.

O projeto comemora 10 anos e recebe novos veículos da marca para serem utilizados nos safáris com os hóspedes e auxiliar no trabalho de campo da equipe. · Dos 4 (quatro) veículos entregues, 2 (dois) Defender são antigos, restaurados na fábrica da Land Rover, em Itatiaia, no Rio de Janeiro.  Os veículos receberam uma nova camuflagem para uso específico no Pantanal, que contribui para a aproximação dos animais. Parceiro da marca há 2 anos, o Onçafari conta com 5 (cinco) veículos Land Rover equipados para enfrentar os mais diversos desafios off-road no dia a dia de trabalho.

Aliada à luta pela conservação ambiental, a Land Rover entregou mais 2 (dois) Novos Defender e 2 (dois) Defender antigos, restaurados pela própria montadora, para o Projeto Onçafari, iniciativa que conserva o meio ambiente por meio do ecoturismo e pesquisas científicas, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico do País. A associação, que comemora 10 anos em 2021, conta agora com 5 (cinco) veículos Land Rover que são ferramentas indispensáveis nas atividades rotineiras em meio ao Pantanal.

 

O Novo Defender é utilizado para atividades do dia a dia da equipe no campo, como o monitoramento das onças e outros diversos animais. Com esses veículos a equipe passa o dia todo em meio ao Pantanal, para alcançar as onças enfrentando os mais desafiadores terrenos e obstáculos. Além disso, estes veículos são utilizados também para a manutenção e troca das diversas câmeras usadas para acompanhamento e coleta de dados e comportamento dos animais na extensa região monitorada no Pantanal. São mais de 80 câmeras, todas com troca mensal de baterias e cartões de memória, para que sejam feitas as pesquisas em cima do material coletado.

Além de transportar os biólogos e técnicos do Onçafari em todas as atividades de campo, outra função que o Novo Defender entrega perfeitamente, é o transporte de hóspedes entre as hospedagens e localidades visitadas. Para atender a todas essas demandas, além de toda a capacidade off-road com equipamentos como o Terrain Response, capô transparente e sistema de câmera 360, os veículos receberam estribos laterais maiores, snorkel, bagageiro no teto, escada lateral, porta objetos externo e proteção no para-choque dianteiro. Através de sua capacidade, conforto e segurança, o Novo Defender contribui para que os trabalhos do Onçafari sejam feitos com menos desgaste físico e mais foco no trabalho a ser executado, pela facilidade de condução e transposição de obstáculos.

Frequentemente, o imaginário coletivo conecta a Land Rover com os safáris na África, e aqui, no Brasil, não poderia ser diferente. Sendo assim, o Onçafari conta com Defender antigos, restaurados pela própria fábrica na operação designada Clínica de Restauração, que são utilizados para o avistamentos das onças pintadas nos safáris feitos pelos hóspedes. Além da restauração completa dos modelos, os tetos foram retirados, os bancos foram colocados em alturas distintas para melhor visualização.

Descrição gerada automaticamente

“Além do trabalho de restauração fizemos uma identificação visual muito importante em todos os veículos, incorporando uma camuflagem para uso no Pantanal que auxilia na aproximação dos animais. Adicionamos também snorkel para épocas de cheia, escadas laterais, pneus Goodyear All Terrain, faróis de longo alcance, vidro frontal retrátil e uma exclusiva caixa acoplada para guardar equipamentos de uso necessário durante os trajetos” explica William Oliveira, gerente da Clínica de Restauração da Jaguar Land Rover.

O propósito da marca Land Rover é contribuir para que as pessoas façam mais em seus mundos, e assim nasceu a parceria com o Onçafari em 2019. Quando a marca identificou no projeto o importante trabalho com as onças-pintadas e a vontade do instituto de conservar o meio ambiente e movimentar o ecoturismo brasileiro. O carro é uma importante ferramenta para que as atividades sejam realizadas com sucesso. Isso faz do Onçafari um projeto totalmente alinhado com o #EspíritoLandRover.

“Tivemos a felicidade de nos tornar parceiros da iniciativa em 2019 e temos trilhado, ao longo dos anos, um caminho de sucesso rumo à conservação do meio ambiente e da fauna brasileira”, explica Paulo Manzano, Diretor de Marketing e Produto da Jaguar Land Rover do Brasil.

Mario Haberfeld, fundador e presidente do Onçafari, explica a importância da parceria com a Land Rover: “Ter uma frota de veículos Land Rover para ajudar nas nossas tarefas do dia a dia sempre foi um sonho. Afinal de contas, nossa maior ferramenta é o carro, e os modelos da marca são perfeitos para andar pelo Pantanal. Eles reúnem características importantes, como robustez, para superar todos os obstáculos e, ao mesmo, uma movimentação silenciosa, ideal para podermos nos aproximar dos animais”, comenta Mario.

Sobre o Projeto Onçafari

Em 2011, Mario Herberfeld, fundador do Onçafari, iniciou os trabalhos de observação das onças-pintadas com o objetivo de proteger e conservar a espécie, que já esteve próxima da extinção em algumas regiões. Durante os 10 anos de trabalho, a equipe já realizou resgates, reintrodução na natureza e preservação de habitat de onças-pintadas na Amazônia, no Pantanal, no Cerrado e na Mata Atlântica. Até hoje, já foram mais de 4.000 avistamentos de onças, 99% dos visitantes podem ver onças no trajeto e houve um aumento de 270% na taxa de ocupação da pousada, facilitando o desenvolvimento do ecoturismo na região do Pantanal. Para saber mais sobre a iniciativa Onçafari e como observar as onças pintadas consulte o site onçafari.org.

Pesquisa com mergulhadores de Fernando de Noronha

Foto: Jasmine Cardozo Moreira

Estudo publicado em edição especial do Journal of the Geological Survey of Brazil aplicou um questionário aos mergulhadores do arquipélago

Fernando de Noronha é um dos melhores locais para mergulho do Brasil, e ações focadas nos aspectos da geologia marinha agregam ainda mais valor à atividade. Um estudo publicado no Journal of the Geological Survey of Brazil (JGSB), periódico científico do Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM), investigou a opinião de mergulhadores sobre a interpretação ambiental e aspectos da geologia marinha no arquipélago por meio de um questionário. No total, 98% dos entrevistados acreditam que tal interpretação é relevante, o que demonstra o potencial para um trabalho de sensibilização ambiental.

A interpretação ambiental busca provocar conexões pessoais entre o público e o patrimônio protegido. No caso específico do património geológico, determina e comunica o significado de um fenômeno, acontecimento ou local geológico e geomorfológico. Pesquisas sobre a interpretação da geodiversidade marinha ainda são escassas. No estudo intitulado The opinion of divers on the interpretation of marine geology in the archipelago of Fernando de Noronha, Brazil, os pesquisadores Tatiane Ferrari do Vale (Grupo Universitário de Pesquisa Espeleológica – GUPE), Rafael Altoe Albani (Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ) e Jasmine Cardozo Moreira (Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG) aplicaram um questionário online entre abril de 2018 e maio de 2019, para 100 indivíduos que haviam praticado mergulho autônomo no arquipélago pelo menos uma vez.

Entre os respondentes do questionário, 83% afirmaram ter recebido informações sobre a flora e fauna marinhas, 30% sobre geologia marinha, 11% não receberam nenhuma informação e 5% não conseguiram lembrar se receberam. Em relação a esta questão, 85,7% dos que afirmaram ter recebido algum tipo de informação indicaram que foi facilmente identificada durante o mergulho, enquanto 14,3% afirmaram que não.

Os mergulhadores foram questionados se achavam que alguma informação estava faltando, e 26% indicaram fauna e flora marinha, 60% geologia marinha, enquanto 11% relataram não ter sentido falta de nenhuma informação específica. Em relação às informações disponibilizadas, 87,1% afirmaram que foram fornecidas por briefing antes do mergulho; 34,1%, em conversa após o mergulho, e as demais respostas corresponderam a 11%.

Arenito Caracas, perto da Ilha do Meio. Foto: Tatiane Ferrari do Vale (2016)

“Há diversos trabalhos que abordam a interpretação da biodiversidade, no entanto, ainda não é comum no Brasil o uso de meios interpretativos que valorizem a geodiversidade marinha”, afirma a pesquisadora Tatiane. Ela explica que os dados obtidos na pesquisa não podem ser generalizados, mas contribuem com a temática em questão, tanto no âmbito acadêmico quanto da gestão das Unidades de Conservação em Fernando de Noronha.

Para os pesquisadores, um dos pontos preponderantes da geoconservação é a possibilidade de conservar o patrimônio geológico e permitir que público leigo conheça e interprete lugares especiais do ponto de vista geológico, paleontológico, cultural. “Esses locais, denominados de geossítios, são verdadeiros laboratórios ao ar livre. O geoturismo, como uma modalidade de turismo sustentável, pode promover emprego e renda para as comunidades locais que passam a valorizar e contribuir com o uso sustentável”, afirmam.

A edição especial do JGSB reuniu trabalhos sobre a geoconservação no âmbito nacional e local, contribuindo para o conhecimento e divulgação geocientífica de temas como geoética, geoturismo e geo-interpretação. Além disso, há trabalhos que colaboram com o conhecimento empírico, oportunizando que o conhecimento acadêmico seja aplicado no âmbito da gestão, como por exemplo, de áreas protegidas.

 

Aprenda a fazer Rotolina de Abobrinha Italiana e Parmesão

 Rolinho de massa de longa fermentação, recheado com abobrinha, manjericão e parmesão, é opção prática para deixar o fim semana mais gostoso

Especialista em preparar a verdadeira Pizza Napolitana, desta vez o chef Gino Contin ensina outra tradição italiana, a Rotolina de Abobrinha Italiana e Parmesão, feita com massa de longa fermentação.

Com essa deliciosa opção de entrada que pode ser servida em um jantar mais elaborado ou incluída nos cardápios de pizzarias e restaurantes, Gino faz uma homenagem ao seu amigo, o chef Jacqueson Dichoff, que trouxe da Itália essa receita vertsátil também pode receber outros recheios como a versão com Panceta, Muçarela e Hortelã.

Para ensinar o passo a passo do preparo dessa sugestão o chef gravou o vídeo https://www.instagram.com/p/CQwS-6tNVuZ/?utm_source=ig_web_copy_link. 

Ingredientes:

1 massa napolitana de 280g

150g de muçarela fatiada

1 abobrinha italiana cortada no comprimento em fatias finas

Queijo parmesão ralado a gosto

Folhas de manjericão a gosto

Azeite

Modo de preparo:

Polvilhe uma superfície com fubá ou sêmola e abra essa massa com o rolo deixando bem fina no formato retangular de 35cm por 20cm. Após aberta, coloque algumas fatias de muçarela sobre a superfície, não cobrindo a área toda. Sobre a muçarela espalhe fatias bem finas de abobrinha italiana cortada no comprimento. Após colocar a abobrinha, cubra com queijo parmesão ralado e tempere com algumas folhinhas de manjericão. Comece a enrolar como rocambole sem pressionar a massa. Após enrolar, feche as extremidades empurrando a massa para dentro. Corte com auxílio de uma espátula fatias de 2 cm. Unte forma com azeite e coloque os pedaços cortados deixando bem redondinhos. Leve ao forno por cerca de 10 minutos até as rotolinas ficarem bem coradas.

Massa de pizza de longa fermentação

Ingredientes:

1kg de farinha de trigo, de preferência italiana 00

600ml de água

3g de fermento seco

30g de sal

Semolina ou fubá para abrir a massa

Modo de preparo:

Massa:

Separe um pouco da água para dissolver o sal. Coloque o restante da água numa tigela e acrescente os ingredientes secos aos poucos. Quando chegar na metade dos ingredientes, coloque a água com sal e depois o restante da farinha. Sove a massa e deixe descansar em recipiente fechado por 12h. Caso queira fazer longa fermentação, deixe por mais 12 horas na geladeira. Divida a massa fermentada em quatro partes e boleie. Polvilhe uma superfície com semolina ou fubá e abra uma as partes da massa com rolo para ficar bem fina.

 

Os perigos da Asma Grave e seus novos tratamentos

De última geração, esses medicamentos substituem altas doses da terapia tradicional, reduzem crises e trazem qualidade de vida aos pacientes1,2

O mês de conscientização da Asma acontece em maio, e os brasileiros diagnosticados com Asma Grave têm motivos para comemorar a ampliação do acesso a terapias inovadoras de controle desta doença crônica.

A partir de 1 de abril de 2021, os tratamentos imunobiológicos para Asma Grave passaram a ter cobertura obrigatória dos planos de saúde, o que significa que para os pacientes que cumprirem os critérios de utilização do tratamento, estes medicamentos serão gratuitos.

Além disso, um novo tratamento imunobiológico avaliado pela CONITEC (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do SUS) teve recomendação favorável à incorporação no SUS, ou seja, em breve, mais opções estarão disponíveis de forma gratuita também na rede pública de saúde a todos os brasileiros .3,4

Outra conquista recente é a priorização dos pacientes com Asma Grave na vacinação contra a Covid-19 – iniciativa que serve também como alerta para quem subestima ou desconhece essa doença que, se não tratada adequadamente, não compromete apenas a saúde e a qualidade de vida do paciente, como pode levar a óbito.1,2,5 Também é importante lembrar que a vacinação anual contra influenza nos pacientes com asma moderada a grave de qualquer faixa etária, é medida importante para redução de crises da doença, especialmente em um cenário de saturação dos serviços de saúde em razão do aumento no número de casos de Covid-19.6,7

 

“A dificuldade de acesso ao tratamento era um dos entraves no controle da Asma Grave e limitava as nossas opções de indicação terapêutica. A ampliação da disponibilidade a medicamentos biológicos de última geração nas redes particular e pública representa um passo importante, que muda paradigmas no controle da doença, bem como significa mudanças essenciais na rotina dos pacientes”, destaca a pneumologista Irma Godoy, presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.

 

A executiva Sandra Humer, 51 anos, agora aposentada, convive com a Asma Grave há 8 anos. Hoje, a doença está controlada, mas Sandra sentiu na pele os afastamentos recorrentes do trabalho por conta da Asma Grave, além de internações hospitalares, chegando a ir para UTI (Unidade de Terapia Intensiva) algumas vezes. “Não conseguia tomar banho, andar com os colegas para almoçar ou arrumar a cama”, conta. Atualmente, ela usa medicação imunobiológica e tem uma vida normal, viaja, caminha diariamente até 5 km, nada e dança sempre que pode. “Antes usava uma quantidade alta de corticoides e tinha quadros de pneumonia. Cheguei a engordar, ficar inchada. Felizmente meu marido sempre esteve ao meu lado durante essa jornada”, lembra.

 

Para a presidente da ASBAG (Associação Brasileira de Asma Grave), Raissa Cipriano, “a falta de informação e o direcionamento tardio para um especialista são obstáculos na jornada do paciente com Asma Grave”. Enquanto os adultos levam, em média, quatro anos entre os primeiros sintomas e o diagnóstico, as crianças demoram um ano.8

G., 8 anos, filha de Raissa, sofre dos sintomas desde os primeiros meses de vida, mas só teve o diagnóstico de Asma Grave aos 2 anos. “Passamos por vários médicos, inúmeras crises, 32 internações e a necessidade de uso constante de oxigênio. Foi apenas com 4 anos que ela recebeu o tratamento adequado. Hoje, tem uma vida normal, corre, brinca, vai à escola, mas antes se cansava para falar, ir do sofá da sala ao banheiro e não conseguia alcançar a irmã mais nova nas brincadeiras”, conta Raissa. “Estamos sempre em busca de tratamentos mais eficazes e a liberação dos imunobiológicos representam uma revolução no controle da doença, permitindo ao paciente ter melhor qualidade de vida e saúde, maior liberdade para realizar as atividades que desejam e traz maior conforto aos pais, afinal só quem têm crianças com Asma Grave sabe como os cuidados começam do raiar do dia e seguem muitas vezes pela madrugada”, acrescentou a mãe.

Sobre a Asma Grave

Segundo a Organização Mundial da Saúde, em 2019, 262 milhões de pessoas no mundo viviam com Asma, sendo que de 5% a 10% desses pacientes têm Asma do tipo Grave.8,9 No total, ocorreram mais de 46 mil mortes relacionadas à doença globalmente.9,10 No Brasil, cerca de 20 milhões de pessoas convivem com diferentes formas desta doença respiratória, inflamatória e de origem alérgica.9 A Asma é a terceira ou quarta causa de hospitalizações pelo SUS, conforme o grupo etário, tendo em média

• internações anualmente.10 Uma das principais medidas para o controle da Asma é o tratamento adequado de acordo com a gravidade da doença e a adesão do paciente ao tratamento.11

Existem diferentes tipos de Asma e tratamentos.12,13 Segundo Dra. Irma, o diagnóstico de Asma Grave leva em consideração a quantidade de medicação que deve ser administrada diariamente (corticoides) e outras terapias de apoio, em dosagens elevadas, o que pode ter como consequência o agravamento ou desenvolvimento de comorbidades, como diabetes e obesidade”.10,11,12

A médica ainda complementa: “os pacientes com a Asma Grave têm maior número de exarcebações, crises que os fazem procurar a emergência frequentemente, e envolve ainda internações hospitalares com regularidade, chegando a precisar de cuidados em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva)”.11,12,13

Os imunobiológicos mudaram o manejo de várias doenças autoimunes, caso da Asma Grave.1,2 De última geração, esses medicamentos biológicos são indicados para tratar os casos da doença que não respondem ao tratamento convencional.11 “Com esse tipo de terapia mais acessível, o tratamento torna-se mais preciso e personalizado, levando em conta as necessidades de cada paciente”, enumera a presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).

Indicado, em geral, como tratamento complementar de manutenção da Asma Grave, em pacientes adultos, adolescentes e crianças a partir dos 6 anos de idade, os imunobiológicos reduzem as internações hospitalares e as visitas aos prontos-socorros, causadas pelos episódios de crises.2,12,13.14,15

Aprenda a preparar burguer artesanal e salada de rúcula amêndoas caramelizadas

O chef Jorge Boratto Filho ensina duas receitas deliciosas, o Burger artesanal e uma Salada de rúcula com amêndoas caramelizadas. Confira:

Rendimento: 1 porção

Tempo de preparo: 30 minutos

Ingredientes:

Burger 180 g (Blend da casa)

02 fatias de bacon

02 fatias de queijo colby

40 g de chutney de cebola

10 ml de maple syrup

10 g de manteiga sem sal

03 g de sal fino

Pão defumado artesanal

¹/2 porção de batata frita

Modo de preparo:

O hambúrguer deve estar já refrigerado no momento do serviço. Colocar as fatias de bacon para grelhar na parrilla, pincelando com maple e reservar. Na hora de servir: Cortar o pão, passar manteiga e o Maple Syrup e esquentar na parrilla.  Grelhar o hamburger, salgar, grelhar de um lado. Virar, salgar e grelhar. Colocar o queijo sobre o burger e tampar com a clochê para derreter. Montar o Burger: colocar sobre 1/2 do pão o burger com o queijo, o chutney de cebola, as fatias de bacon, fechar com a outra metade do pão e servir.

 

Salada de rúcula

Rendimento: 1 porção

Tempo de preparo: 15 minutos

Ingredientes:

400 g de rúcula

30 g de cebola roxa

20 ml de redução de balsâmico

30 g de amêndoas caramelizadas

50 g de queijo de cabra

2 g de sal maldon

Modo de preparo:

Caramelizar as amêndoas e reservar. Assar a cebola inteira, envolvida em papel alumínio entre as brasas da churrasqueira (rescaldo) por 40 minutos. Esperar esfriar, retirar a casca e cortar em 6 partes longitudinais. Soltar as pétalas retirando a membrana que as recobre e refrigerar. No momento de servir, colocar as folhas de rúcula no centro do prato, colocar pedacinhos de queijo sobre elas e ir intercalando com as pétalas de cebola entre a rúcula. Quebrar as amêndoas e colocar de maneira aleatória. Finalizar com a redução de balsâmico em fio e servir.

Ingredientes amêndoas caramelizadas:

300 g de amêndoas com casca

45 g de açúcar

60 ml de água

20 ml de mel

Modo de preparo:

Assar as amêndoas em uma assadeira em forno pré-aquecido a 200°C por 05 minutos (não deixe queimar). Em uma panela, misturar o açúcar, a água e o mel e mexer até dissolver totalmente e dourar. Acrescentar as amêndoas e misturar bem. Transferir a mistura para uma assadeira previamente untada com óleo e assar a 180ºC por 10 minutos. Retirar do forno e despejar sobre uma folha de papel manteiga untada e esperar que esfrie para separá-las. Reservar em pote com tampa e em local fresco.

 

Sobre Jorge Boratto Filho

Jorge Boratto Filho é viajante e gourmand convicto: em cada um dos 50 países que conheceu, provou o que havia de mais especial a ser degustado. Parte desse fascínio desenvolveu-se ao longo dos 25 anos como produtor musical.