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Doçura e sabor: Aprenda aqui a fazer a Ginja caseira

Algumas bebidas e sobremesas nasceram uma para a outra, e quando unidas trazem uma explosão de delícias, umas realçando os sabores das outras. Quem aí não fica em êxtase, por exemplo, ao provar um cálice de Vin Santo com os biscoitos Cantucci italianos, apenas citando algumas das combinações que dão certo?

Do dia 8 a 15 de março, em homenagem ao dia internacional da Mulher, uma dessas harmonizações perfeitas será concedida em cortesia a todas às mulheres que estiverem almoçando ou jantando no Bacalhau Vinho&Cia (Unidades na Barra Funda e Itaim, em São Paulo),  um cálice de Ginja, o famoso destilado português à base de cereja da espécie “amarena”, acompanhado de um pastel de nata.

E mais, mulheres que pedirem pelo delivery qualquer prato de bacalhau durante esse período, também serão contempladas com um pastel de nata. Vale lembrar que os restaurantes na Barra Funda e Itaim respeitam rigorosamente os protocolos e higiene e distanciamento, para segurança dos clientes e de sua equipe.

História da Ginja

Segundo estudos, o surgimento dos licores feitos com frutas data de tempos e origens ancestrais, e eram usados no tratamento de doenças, como itens medicinais. No oeste de Portugal, precisamente em Óbidos, graças a seu privilegiado microclima, esta variedade de cerejeiras que dá origem ao famoso licor de Ginja floresceu em abundância. De sabor forte, perfume intenso e cor vermelho escuro, o licor de Ginja pode ser bebido puro, ou com frutos no seu interior aromatizados com baunilha ou canela em pau. Acredita-se que por lá, o licor de Ginja tenha surgido em meados do século XVII.

A receita

A receita original é guardada a sete chaves, mas há meios de preparar uma boa ginja caseira, seguindo este passo a passo:

Ingredientes:

1 kg de cerejas ( maduras e perfeitas, sem ranhuras na casca)
1 litro de aguardente de uva
750 gramas de açúcar

Preparação:

– Lave as cerejas para lhes retirar o pó, e tire-lhes os ramos.

– Depois de lavadas seque-as com papel absorvente.

– Coloque-as num frasco ou garrafa de boca larga.

– À parte , misture a aguardente e o açúcar e verta o preparado sobre as cerejas.

Há quem tape bem e conserve num local escuro durante três a seis meses, mas também há quem ponha as garrafas ao Sol.

Sobre o Bacalhau, Vinho e Cia

O Restaurante Bacalhau & Vinho conta com mais de vinte pratos no cardápio, incluindo saborosas alheiras, também feitas na casa, pratos com camarões, polvo marroquino e uma completa seleção de doces portugueses para gajo nenhum botar defeito. Conforme o nome da casa sugere, o vinho é outra estrela de igual grandeza por lá. Com uma extensa carta portuguesa, que contempla as principais vinícolas de cada região do país, a casa procura trabalhar com preços justos, de forma que o cliente escolha o vinho por suas características e não pelo preço. Uma prova de respeito pela enocultura e pelos prazeres da boa mesa.

Como toda boa casa portuguesa as portas estão sempre abertas. Diariamente no almoço e jantar, porções fartas e bem servidas são especialidade, que podem ser contempladas em uma vitrine que recepciona o público com os pratos carros-chefe. Entre, sinta-se em casa e desfrute o bacalhau e o vinho em boa companhia.

Serviço

Bacalhau Vinho&Cia Barra Funda (011-3666.0381) – Rua Barra Funda, 1067 – Barra Funda

Unidade Itaim (011-3071.4077) – Rua Joaquim Floriano, 541 – Itaim Bibi

 

MINI anuncia pré-venda de versão elétrica no Brasil

MINI Cooper SE, versão 100% elétrica do icônico MINI Hatch 3 Portas, tem garantia de oito anos na bateria de alta voltagem, pode ser recarregado em tomada doméstica e chega como melhor opção em mobilidade urbana compacta premium. Concierge 24h, conectividade com Amazon Alexa, informações de trânsito em tempo real e SIM card sem custo por três anos reforçam tecnologia e conectividade do novo MINI.  Clientes que confirmarem a compra durante o período de pré-venda irão garantir um excelente pacote de benefícios contendo: 3 anos de serviços inclusos + 3 anos de garantia + carregador rápido MINI Wallbox.  Para os clientes que financiarem com a MINI Serviços Financeiros receberão a instalação do carregador rápido MINI Wallbox gratuitamente.

Os MINIs são produtos de desejo, ícones da mobilidade com a personalidade daqueles bens que recebem nomes dos seus donos e, por isso, são únicos. A marca sexagenária, que tem seu histórico marcado por esportividade, personalidade e carisma, traz ao Brasil o modelo premium compacto mais desejado do mundo, reforçando seu design consagrado, mantendo um estilo com menor volume exterior, mas trazendo o maior espaço interno do segmento premium em sua categoria: uma opção ideal para os grandes centros urbanos. Todas estas características foram pensadas no desenvolvimento do modelo elétrico que não perdeu espaço de pernas ou volume de porta-malas para receber as baterias de alta voltagem. Sua distribuição de peso foi concebida de forma a garantir a dirigibilidade típica da marca britânica. As células de bateria, sua disposição e até o peso total foram planejados para revolucionar o já conhecido “Go-Kart-Feeling”, que traz sorrisos aos seus motoristas logo no primeiro contato, seja pela rigidez da carroceria ou mesmo pela esportividade, aceleração, equilíbrio, manobrabilidade e baixo centro de gravidade.

Design, exclusividade, tecnologia e esportividade marcam a chegada do novo MINI Cooper SE ao país, o icônico MINI Hatch 3 Portas equipado com powertrain 100% elétrico, que inicia a pré-venda no mercado brasileiro em todos os 22 concessionários da marca. “A chegada do MINI elétrico ao mercado brasileiro marca um importante avanço da categoria de carros eletrificados do país e, especialmente, para a nossa marca. Seu design urbano e versátil são a perfeita combinação com o dia a dia nas grandes cidades”, conta Rodrigo Novello, Diretor de Vendas e Marketing da MINI no Brasil. “Queremos oferecer ao público a experiência e o prazer de dirigir do Go-Kart-Feeling eletrificado com personalidade, mantendo o carisma, a personalidade e a esportividade da marca”, ressalta Novello. O começo das vendas e a entrega dos modelos estão previstos para junho deste ano.

Primeiro MINI a funcionar apenas com energia elétrica, o modelo é produzido na lendária fábrica de Oxford, no Reino Unido, a casa da MINI. Com transmissão automática e motor capaz de entregar 184cv de potência e 270 Nm de torque instantâneo, o MINI chega em duas versões inéditas: MINI Cooper S E – Exclusive e MINI Cooper S E – Top, com atributos inéditos e exclusivos para a categoria de elétricos no Brasil. O desenvolvimento do MINI Cooper S E trouxe desafios diretos para o time de engenharia do BMW Group. Pensando na mobilidade dos centros urbanos, o novo modelo deveria trazer a autonomia e a performance ideais aos clientes e aos fãs da marca sem alterar o design, a dirigibilidade, o preço e o tamanho (incluindo espaço de pernas e porta-malas) do compacto.

Tecnicamente, o desenvolvimento resultou em uma bateria de íon-lítio de 32,6 kWh, que permite uma autonomia de até 234 km (ciclo de testes WLTP), e pode ser carregada em uma tomada doméstica com o carregador portátil, com carregadores rápidos como o MINI Wallbox, e com carregadores de rodovias de corrente contínua. Na cidade de São Paulo, uma recarga completa realizada na residência do próprio cliente tem custo estimado inferior a R$ 30,00, que pode variar de acordo com a tarifa/bandeira no período da recarga. Os clientes MINI ainda contam com uma rede de recarga gratuita desenvolvida pelo BMW Group de mais de 250 pontos em todo o Brasil.

Todo MINI Cooper S E sai conectado de fábrica com um SIM card virtual sem custo ao cliente por um período mínimo de três anos. Com isso, o cliente pode acessar o MINI Connected, sistema que fornece uma série de serviços ao motorista e ao passageiro e permite usufruir de funcionalidades exclusivas: concierge, chamada de emergência inteligente, MINI Teleservices, notícias em tempo real, previsão do tempo, serviços remotos, preparação para Apple CarPlay, informações de trânsito em tempo real e assistente de autonomia, que avisa a necessidade de incluir paradas para recarregar as baterias no trajeto e localizar os pontos de recarga disponíveis. A versão MINI Cooper S E – Top traz também conectividade com Amazon Alexa, possibilitando maior integração do veículo com casas inteligentes.

No que diz respeito à tecnologia, o MINI Cooper S E conta ainda com sistema interativo para facilitar a condução do veículo. Entre os destaques da Versão Top está o assistente de direção, sistema de câmera que auxilia o motorista na condução do veículo com diversas funcionalidades, como por exemplo: 1) Sistema de navegação Profissional; 2) Sistema de proteção ao pedestre com frenagem automática; 3) aviso de saída de faixa com vibração do volante; 4) assistente de farol alto com regulagem automática da intensidade dos faróis dependendo do tráfego; 5) alerta de aproximação perigosa sem limite de velocidade e assistente de frenagem automática de 5 até 60 km/h. O sistema também pré-condiciona os freios para uma resposta mais rápida e distâncias de frenagem mais curtas. Além disso, outros itens também complementam a experiência a bordo, tais como câmera de ré e controle de cruzeiro.

Já em segurança, o motorista poderá contar com 06 air bags de série, controle de cruzeiro com ajuste velocidade, sensor de estacionamento traseiro e dianteiro e sensor de chuva, com acionamento automático dos faróis baixos. Os Pneus Runflat de série trazem maior segurança contra impactos e contra detalonamento. Este tipo de pneu oferece capacidade de manter o controle do veículo no caso de estouro do pneu em alta velocidade – ainda que esta ocorrência seja rara em pneus modernos. Até 80 Km/h pode-se rodar com o pneu vazio. A grande vantagem está em manter o pneu no aro de roda mesmo com perda súbita de pressão, mantendo a estabilidade direcional do veículo. Se um pneu comum estourar a 60 km/h ao passar por um determinado obstáculo, por exemplo, é provável que o mesmo só ocorra com o run flat se o automóvel estiver a 100 km/h. Os reforços estruturais nos flancos, ombros e talões do pneu Run Flat fazem com que ele seja um pneu robusto e resistente. Porém, está robustez não interfere na performance e no conforto do pneu.

O teto Multitone, uma das novidades em relação ao design e ao estilo, estará disponível como opcional na versão MINI Cooper S E – Top. Consiste em uma pintura especial feita em três cores; a parte dianteira para a traseira as cores serão: Azul Soul, Azul Pearly Aqua e Preto Jet, uma inovação da marca inglesa e feita exclusivamente na fábrica do BMW Group em Oxford, na Inglaterra. Além disso, o consumidor também poderá escolher os detalhes dos acessórios e demais revestimentos do carro, tanto por dentro quanto por fora.

 

 

BVLGARI apresenta Josh O’Connor como novo embaixador

A Bvlgari tem o orgulho de anunciar uma nova parceria com o ator premiado com o Globo de Ouro, Josh O’Connor. Josh representa o melhor e mais brilhante dos jovens atores britânicos e a Bvlgari tem acompanhado sua carreira com grande admiração por muitos anos. O olhar perspicaz de Josh sobre o trabalho artesanal, os detalhes e o design é incomparável e, a Bvlgari tem hoje o prazer de reunir esses valores e introduzi-lo na família Bvlgari como embaixador da divisão de relógios.

Para sua participação virtual na cerimônia deste ano e sua vitória na categoria de Melhor Ator da Série Drama, Josh O’Connor optou por um relógio BVLGARI Octo Finissimo S em aço com mostrador preto.

Relógio Octo Finissimo Automatic com movimento mecânico de fabricação, torção automática, micro rotor de platina, pequenos segundos, caixa e bracelete de aço inoxidável extra-fino polido acetinado, fundo da caixa transparente e mostrador preto mate. Resistente à água até 100 metros.

 

Chef  lança em São Paulo serviço inédito focado na gastronomia de MS

Além deste serviço, similar ao “chef em casa”, o restaurante Sim Sobá vai funcionar pelo Delivery dois dias por mês, no almoço e no jantar. Em março, será nesta sexta-feira, dia 5, e depois no dia 19. Há apenas dois restaurantes especializados em Sobá à Moda de Campo Grande em São Paulo. O Sim Sobá é um deles.

Que tal montar um pequeno evento exclusivo, onde você quiser, somente com gostosuras típicas da gastronomia de Mato Grosso do Sul (MS)? Essa é mais uma novidade que chega à já rica gastronomia paulistana, graças à chef Vanessa Carvalho. A chef campo-grandense é apaixonada pela culinária do seu estado, da qual se tornou grande especialista e entusiasta. Em 2018, ela abriu na capital paulista seu próprio restaurante, o Sim Sobá, no bairro do Campo Belo, mas apenas com o serviço Delivery. Um desafio e tanto: apresentar o paulistano para o Sobá, um prato diferente e pouquíssimo conhecido por aqui, embora muito popular em Campo Grande e demais cidades de MS.

Até o início da pandemia, em março de 2020, ela tocava seu restaurante Delivery, com dificuldade, mas funcionava. Os pedidos chegavam, não aos montes, mas diariamente. A pandemia mudou esse mercado. E ela resolveu mudar sua estratégia de trabalho. Agora, só atende pequenos grupos, de 4 a 10 pessoas, por conta das medidas sanitárias contra a covid-19, montando um cardápio à moda de Campo Grande de acordo com o desejo do cliente.

Seu destaque é o Sobá. De origem japonesa, o Sobá ganhou fama no Brasil no MS. A combinação de macarrão, omelete, carne de porco (na versão mais tradicional), cebolinha e um caldo com temperos típicos foi trazida para o Mato Grosso do Sul na década de 50, por Eiho Tomoyohe e, já em 2006, virou patrimônio histórico e cultural de Campo Grande. A história do Sobá caminhou com a “Feirona” de Campo Grande, fundada em 1925. No começo, eram barracas, montadas na calçada. Hoje, a Feira Central, denominada oficialmente Feira Central e Turística, ocupa a Esplanada Ferroviária, um amplo espaço coberto que reúne 200 lojas de artesanato regional e produtos hortifrutigranjeiros, onde o carro-chefe são os dezenas de restaurantes de Sobá.

O Festival do Sobá, que é realizado na Feira Central todos os anos, chega a movimentar 200 mil pessoas, e é animado com espetáculos de danças folclóricas e shows de música sertaneja. Os restaurantes instalados na feira são capazes de servir 6.000 unidades de Sobá por noite. O Sobá à Moda Sul-Mato-Grossense possui um teor nutritivo superior ao do arroz e ao do próprio trigo, pois não sofre o processo de purificação. Rico em proteína, aminoácidos e vitaminas B1 e B2, ele contém também um nutriente conhecido como rutina, que promove o fortalecimento das veias capilares, evitando a ocorrência de hemorragias internas, além de combater a pressão alta e diminuir a taxa de açúcar no sangue, ativando as funções do pâncreas. O prato está disponível em seis versões: Carne Suína, Carne Bovina, Frango, Shimeji, Vegano e Vegetariano, com preços a partir de R$ 34,00.

Junto com o Sobá, o cardápio do Sim Sobá para estes eventos exclusivos pode incluir outras delícias tradicionais do MS, como “Arroz Carreteiro Pantaneiro” e “Linguiça Sertaneja”, e sobremesas (como um doce de abóbora divino elaborado pela chef). Entre as bebidas, o destaque vai para a exclusiva linha “Varandas”, criada pela própria Vanessa, com três opções: o refrescante Varanda´s (chá de capim-santo, xarope de gengibre e xarope de limão), o exótico Varanda´s Tereré (chá de erva de tereré, xarope de gengibre e xarope de limão) e o delicioso Flor de Varanda (chá de canela, xarope de hibisco e toque de limão). Todos podem ser servidos com ou sem álcool.

Sobre a Chef Vanessa Carvalho

Nascida em Campo Grande (MS), Vanessa tem 46 anos. Ela nasceu numa família com cinco mulheres que adoram cozinhar – a mãe e quatro tias. “Em todas as reuniões e festas familiares são elas que preparam tudo”, conta Vanessa. Ela nasceu nesse ambiente gastronômico cheio de sabores e temperos e combinações intensos, uma marca da comida de Campo Grande. A mãe foi sua grande professora na cozinha. Com 5 anos ganhou de presente um jogo de panelas de verdade, e começou a aprender a cozinhar numa mini cozinha que montou no quintal.

Aos 8 anos já sabia, e bem, fazer o tradicional Arroz de Carreteiro Pantaneiro, típico do Mato Grosso do Sul, e virou a responsável pela sua preparação nos encontros familiares. Mesmo assim, não trabalhou com comida em Campo Grande (embora tenha feito um curso de Gastronomia no Senac) e, em 1996, veio morar em São Paulo. Aqui, trabalhou como modelo, foi empresária do ramo de iluminação para shows e atuou como corretora de imóveis no Campo Belo durante cerca de 13 anos. Em 2006 morou na Suíça, perto da fronteira com a Itália. Trabalhava numa empresa durante o dia e nos finais de semana fazia bicos num restaurante na cidade italiana de Lugano. Preparava pratos típicos do Brasil.

Em 2018, voltou a Campo Grande e a vontade de trabalhar com gastronomia já era forte – sobretudo depois de ver que uma amiga havia aberto um restaurante. Decidiu voltar a São Paulo e abrir um restaurante especializado em Sobá. Seus amigos, surpresos, logo perguntavam: “Sobá? Ninguém sabe o que é Sobá em São Paulo!”. A resposta dela sempre foi rápida: “Sim, Sobá”. Aliás, foi daí que surgiu o nome do restaurante Sim Sobá.

Serviço

Restaurante SIM SOBÁ
Culinária Sul-Mato-Grossense
Rua Zacarias de Góes, 1770
Campo Belo – São Paulo/SP
Fone: 2892-0527
Fone/whatsapp: 98696-5212
www.simsoba.com.br

 

Conheça Miguel Ángel Ramírez, treinador espanhol

Depois de treinar as bases de Las Palmas e Deportivo Alavés, e obter sucesso no Independiente del Valle, Ramírez se tornou o terceiro espanhol a comandar um clube brasileiro

Nascido em Las Palmas, município espanhol localizado na ilha de Gran Canária, Miguel Ángel Ramírez iniciou sua carreira como técnico ainda no início dos anos 2000, com apenas 20 anos de idade. Depois de trabalhar nas categorias inferiores de dois clubes da LaLiga, o Las Palmas e o Deportivo Alavés, ainda passou pelo Aspire Academy, do Catar, antes de ingressar no clube onde faria história: o Independiente del Valle, do Equador.

Fã de Fernando Redondo, meia argentino que marcou época no Real Madrid, Miguel Ángel Ramírez tinha apenas 19 anos quando recebeu o primeiro convite para treinar um time sub-14 de sua cidade – bem quando estava iniciando seus estudos em educação física. Foi quando uniu as duas coisas que mais gostava: a vocação por educar e a paixão pelo futebol. E enquanto terminava a faculdade, treinava as categorias de base do UD Las Palmas, por onde passou oito temporadas, até 2012.

Foi então que se mudou para o País Basco, em Vitoria-Gasteiz, para estudar um doutorado em Ciências da Atividade Física. Por lá, ainda treinou o time juvenil do Deportivo Alavés e, depois de três meses, foi para a Aspire Academy, do Catar. Lá teve contato com dois espanhóis, Roberto Olabe – atual diretor da Real Sociedad -, e Félix Sánchez – ex-técnico das categorias de base do Barça (1996-2006) e atual técnico da seleção nacional do Catar, vencedor da Copa da Ásia em 2019 -, o que certamente influenciou seu estilo de trabalho.

Após este período, Ramírez passou a conhecer mais o jogo em si, com métodos diferenciados de treinamento e na forma de liderar a equipe. E depois de seis anos muito importantes para sua carreira, optou por enfrentar novos desafios na América do Sul – mais especificamente, no Equador. Adepto ao jogo de posição, Ramírez chegou ao Independiente del Valle com a missão de comandar as categorias de base, tentando levar o seu conhecimento e experiência ao país sul-americano.

No entanto, a saída do também espanhol Ismael Rescalvo acabou acelerando as coisas e – com menos de uma temporada – foi promovido ao time principal, onde com menos de um ano no cargo, levou os Negriazules ao inédito título da Copa Sul-Americana de 2019, e posteriormente ao vice da Recopa de 2020, perdendo para o Flamengo. Com a filosofia de que o atleta precisa pensar mais, não apenas quando está com a bola, sempre atento ao espaço no campo e ao posicionamento dos companheiros de clube e também dos adversários, Ramírez pode chegar a qualquer momento no Brasil – tendo em vista o anúncio de sua negociação pelo Internacional.

Com isso, ele se torna o terceiro espanhol a comandar um clube brasileiro. Antes dele, seu quase xará Miguel Ángel Portugal (foto) treinou o Athletico Paranaense em 2014, mas sem muito sucesso, pedindo demissão do cargo após somente 13 partidas – com cinco vitórias, dois empates e seis derrotas. O segundo foi Domènec Torrent, com breve passagem pelo Flamengo.  Não é só Futebol. É LaLiga.    #HayQueVivirla

 

Os estigmas da mulher separada

*Daniel Lacerda

Estamos na segunda década do Século XXI, mas percebo que ainda existem muitos tabus em relação ao divórcio, principalmente associados à uma visão de derrota, de uma relação que não deu certo. São preconceitos que persistem, especialmente no caso das mulheres; lembrando que a lei do divórcio foi promulgada em 1977.

É óbvio que quando as pessoas se casam, o intuito é manter a relação até o fim da vida. Mas entre o casamento e o fim de uma vida há muitas situações que podem mudar o rumo da história. E isso não pode ser entendido como um erro. Talvez, algumas relações se acertem exatamente quando o casal se separa; do contrário, a caminhada poderia ser, de fato, muito ruim, muito triste para ambos. É importante entender isso para não ficarmos na busca de explicar o inexplicável.

No passado – e ainda uma realidade em muitos núcleos sociais -, havia a ideia de que mulher saía de casa para o altar já com a sentença de “produto sem devolução”. As preocupações por trás dessa sentença talvez estejam relacionadas ao aspecto financeiro. O marido assumia o papel de provedor da casa. Significava dizer que a mulher, caso o casamento terminasse, é que deveria assumir as responsabilidades pelo seu próprio sustento.

Outro estigma social que ainda persiste é a ideia de que a mulher solteira, a mãe solteira, separada ou divorciada, é alguém que “não segurou o casamento”. Historicamente, a mulher separada não era bem vista, era sinônimo de leviana e, até mesmo, representava um risco para outros casamentos. Não era bem-vinda socialmente. E todos esses estigmas e preconceitos tomavam – e tomam ainda, em muitos casos – uma proporção maior quando a mulher tem filho.

É óbvio que atualmente todos esses preconceitos são bem menores ou praticamente desapareceram, dependendo do meio social que essa mulher frequenta; mas o fato é que, no geral, ainda existem e também estão por trás do sofrimento de quem se separa e não quer passar a ser vista dessa forma, como alguém que não deu certo.

Existe ainda a dificuldade da mãe solteira de seguir sua vida, mantendo suas amizades e o direito a cultivar seus hobbies e diversão. É fato que quando muitas pessoas encontram ainda hoje uma mãe se divertindo ou viajando sem o filho, a pergunta logo é: onde seu filho está? Isso porque o papel do cuidado com a criança está intrinsecamente ligado à mãe, o que certamente não acontece com o pai. A percepção ainda é de que esse papel é totalmente atribuído à mãe.

Apesar desses preconceitos estarem diminuindo com o tempo, com as conquistas femininas de autonomia e liderança no trabalho e em sociedade, esses estigmas ainda são evidentes. E são também um peso a mais em um momento tão crítico e conflitante que é o do rompimento da relação conjugal.

É importante que a mulher se liberte das amarras sociais e entenda que ser separada não significa que algo tenha dado errado em sua vida. A mulher separada, a mãe solteira, todas têm o direito de usufruir de momentos de lazer, independente de terem filho ou não; e devem seguir suas vidas sem o peso desses preconceitos. São conquistas que, certamente, farão o processo da separação e do divórcio ser encarado de forma bem mais salutar.

* Daniel Lacerda é Psicólogo Clínico, colaborador do site Idivorciei (https://www.idivorciei.com.br), especialista em Saúde Mental.

Um ano de pandemia causando surpresa e aflição

* Pe. Roberto M. da Silva

A Covid-19 apareceu causando surpresa e aflição em todas as instâncias da sociedade, seja para a economia, a política, a educação, ou para as pessoas, no que se refere aos relacionamentos, sentimentos próprios, etc. Em tudo praticamente houve a interferência desse vírus que assolou o mundo.

Já às vésperas de completar um ano do primeiro caso confirmado do vírus no Brasil, é importante recordar os fatos, e tentar perceber como as coisas chegaram à situação em que estamos hoje. Que a análise e a percepção da situação atual sejam o ponto de partida para refletirmos e estarmos sempre atentos àquilo que acontece ao nosso redor.

A partir do alerta da China, o mundo percebeu o quanto esse vírus era altamente contagioso. Em poucos dias fez 200 vítimas e 10 mil infectados. O primeiro caso confirmado pelo Ministério da Saúde no Brasil foi em 26 de fevereiro de 2020, de um homem que retornava da Itália.

Com o avanço do contágio, iniciaram-se as recomendações de distanciamento social, limpeza de superfícies e uso de máscaras, que se tornaram as principais medidas de prevenção à doença. Rapidamente a sociedade teve que se adaptar às novas circunstâncias.

Como consequência dessa nova realidade, veio então o medo do contágio, o isolamento social, a diminuição da renda, o corte dos postos de trabalho e o temor pela perda de membros da família e da comunidade. Em muitos países, as fronteiras foram fechadas e foi preciso adotar um confinamento mais rígido.

Cada um desses agravantes deixou a população com um sentimento de terra arrasada. Diante de todo esse contexto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) formalizou um alerta para não só reforçar o combate ao coronavírus, mas também aumentar o investimento em saúde mental.

Dentro desse cenário tão desolador, vemos que o desejo de todos é o retorno de uma vida normal e, para isso, a esperança não pode cessar.

Muitas imagens foram fundamentais para que a esperança se mantivesse acesa. Alguns pacientes saíram das unidades de saúde com uma placa afirmando que venceram a Covid-19; recorremos aos encontros online que ajudaram a diminuir um pouco a saudade do convívio; inúmeras campanhas e ações solidárias se multiplicaram em todo mundo para atender pessoas em situação de vulnerabilidade.

Também marcaram as imagens de educadores e estudantes conseguindo vencer as barreiras e dificuldades do ensino remoto, e a dos pesquisadores que se apressaram para dar andamento aos estudos que estão possibilitando vacinas em tempo inédito de desenvolvimento, como parte importante da solução.

Tais imagens veiculadas pelos meios de comunicação, nada mais são do que a maneira como se busca expressar a esperança. É a esperança que nos ajuda a perceber a situação e enfrentar as circunstâncias em busca de alternativas e possibilidades.

Quando a pessoa alimenta a esperança na própria vida, ela se empenha, se esforça, seja fisicamente, intelectualmente, para que nesse momento de mudanças tão repentinas e de isolamento social, possa suportar melhor a ansiedade e evitar a depressão.

Buscar condições para obter resignação e equilíbrio emocional se tornou fundamental para que o ser humano, a partir da esperança, perceba que pode superar tudo isso. A esperança é o que nos mantém para frente, principalmente em condições de grandes adversidades, como nesse cenário de pandemia, reclusão e desafios sociais.

Não se pode negar que a vacina se tornou para muitos a esperança de um retorno à vida normal, mas convenhamos, a COVID-19 fez despertar as maiores deficiências presentes em nossa sociedade, seja no aspecto econômico, político, social e, principalmente, na saúde.

Estejamos sempre atentos àquilo que acontece ao nosso redor e em nossa sociedade, para que possamos sempre buscar aquilo que nos traz valores cristãos e fundamentais para o desenvolvimento da pessoa humana. É evidente que ainda muita coisa precisa ser feita em nossa sociedade, mas jamais percamos a esperança!

Que Deus sempre nos dê sabedoria para que nossas ações possam ser carregadas de valores que nos aproximem um do outro. E que essa esperança seja a oportunidade para percebermos que Deus age em nossa vida, na nossa história e em nossos corações.

* Pe. Roberto M. da Silva é Pós-doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Faz parte do corpo docente da Faculdade Canção Nova, onde também é Coordenador do Curso de Filosofia.

 

Turma da Mônica homenageia Ngozi Okonjo-Iweala

Para celebrar a chegada de Ngozi Okonjo-Iweala à diretoria geral da OMC, a Mauricio de Sousa Produções transforma a economista na mais nova Dona da Rua da História. Com traços de Milena, a mulher que foi duas vezes Ministra das Finanças da Nigéria, Ministra das Relações Exteriores – sendo a primeira mulher a ocupar os dois cargos – e atuou por 25 anos no Banco Mundial, acaba de entrar para o hall de mulheres que marcaram a humanidade com suas ações.

Bela homenagem

Com o visual das personagens icônicas da turminha mais querida do Brasil, a MSP retrata e destaca nomes que fizeram a diferença nas áreas em que atuam, sejam nas artes, ciências, esportes ou literatura. Em seu atual desafio, a nigeriana tem um papel fundamental ao mapear as consequências da pandemia de Covid-19 para a economia e a saúde no mundo e implementar as respostas políticas necessárias para a retomada da economia global. Sua nomeação é vista como reconhecimento mundial da competência e capacidade de liderança das mulheres africanas

Revista americana de negócios Forbes

A revista americana de negócios Forbes a colocou em 48º lugar no ranking mundial das “50 Mulheres Poderosas” em 2015. É Ph.D. pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e preside o conselho da Gavi, uma aliança global de vacinas que garante que os países em desenvolvimento tenham o tão necessário acesso às vacinas contra a Covid-19. Desde sua criação em 2000, o órgão imunizou 760 milhões de crianças em todo o mundo e salvou 13 milhões de vidas.

Grandes amigas: as médicas Beth Furlani e Maria José Maldonado. Foto: Studio Vollkopf

Emplacamentos de veículos

A Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores divulgou, nesta terça-feira, 2 de março, que os emplacamentos de veículos novos, considerando todos os segmentos automotivos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros), somaram 242.080 unidades, o que representa uma retração de 17,48%, na comparação com fevereiro do ano passado (293.357 unidades). Na comparação com janeiro de 2021 (274.081 unidades), o resultado também foi negativo, representando queda de 11,68%.

Triste dados

De acordo com o Ministério da Saúde, o mioma atinge cerca de 2 milhões de mulheres no Brasil e cerca de 300 mil perdem o útero, por ano, em consequência da doença. No caso da adenomiose, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) aponta que 35% das mulheres que possuem a doença são assintomáticas e, muitas vezes, o quadro é semelhante a outras doenças pélvicas, por conta dos sintomas comuns, como sangramento excessivo durante a menstruação, dificultando a sua identificação. Já em relação à endometriose, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que, no Brasil, 15% das mulheres ou 7 milhões, sofrem com a doença.

Querida que só: Maira Rezende clicada para coluna

                                       

… Bom dia! Existem coisas reservadas para gente que foge do nosso entendimento, mas que lá na frente vai fazer todo o sentido.  Por isso nunca perca a fé.

…  Trocam de idade hoje: Fabricio Costa, Júlio Barão,, Marilda Perez, Momm Orestes, Marcia Paixão,, Bárbara Vitoriano, Fabio Zamecki, Regina Medeiros, Helenzita Milanez, e Lauirane Mendonça. Happy birthday!

… Março Amarelo- Mês Mundial da Conscientização da Endometriose.  A Campanha Mundial tem o objetivo de alertar as mulheres quanto a importância do diagnóstico desta enigmática doença que afeta 1 em cada 10 mulheres em idade reprodutiva. No mundo estima-se que 176 milhões de mulheres sofram de Endometriose. No Brasil são mais de 6 milhões de mulheres.

A empresária e goumert do Buffet Yotedy, Maria Adelaide Noronha clicada pelas lentes de Marcos Vollkopf

…  A endometriose é uma condição na qual o tecido que normalmente reveste o útero cresce fora da cavidade uterina. Pode causar sintomas incapacitantes, como dor durante a menstruação (dismenorréia), dor pélvica não-menstrual e dor nas relações sexuais (dispareunia).

A Câmara dos Deputados entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF), por meio da procuradoria parlamentar, para pedir a prisão do apresentador Danilo Gentili. O comediante fez uma postagem em que sugeriu que os brasileiros “entrassem” no Congresso para “socar todo deputado”.

.. .Após entrar no topo da lista de séries mais assistidas da Netflix, a produção Cidade invisível é renovada para mais uma temporada. O anúncio foi feito ontem (2), por meio de um vídeo protagonizado por Marco Pigossi

 

 

 

Em podcast sobre Criatividade, Iza entrevista talentos tropicais do Brasil

Produzido pela cerveja Devassa, do Grupo Heineken, o podcast lança seu segundo episódio com participação do rapper e produtor cultural mineiro Kdu dos Anjos

A parceria de Devassa com Iza não é recente. A cantora se juntou à marca para reforçar a valorização da criatividade brasileira ano passado, atuando em conteúdos que elevam a nova tropicalidade nas artes visuais, moda, música e dança. Em Tropicaliza, podcast lançado no começo deste mês, Iza entrevista novos fenômenos da criatividade no Brasil. No segundo episódio, lançado hoje, Iza tem um papo sincero com Kdu dos Anjos, rapper mineiro e criador do Passinho de BH, tipo de dança belo-horizontina ligada ao funk.

“A gente foi apresentar o Passinho num Museu, em Paris. Esse era o nosso sonho e é o de muitos jovens da periferia”. É assim que Kdu fala sobre um dos momentos mais felizes de sua vida. Criador do Lá da Favelinha, centro cultural que busca promover o empreendedorismo social e desenvolvimento humano através da arte, o jovem de 30 anos conta para Iza neste episódio sobre sua história dentro da cena social e cultural em Belo Horizonte e todas as inspirações do funk regional que fizeram de seu Passinho um sucesso mundial.

Para conferir clique aqui e ouça o segundo episódio do podcast Tropicaliza: https://open.spotify.com/episode/3DKHZgqFyRzIFS4vhKNP7s?si=SAMrtwMsSDiCdb_Fnkrsgw (hiperlink)